O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

Untitled Document
 
Institucional
 
   
   
   
   
   
   
   
 
Ministérios
 
   
   
   
   
   
   
   
 
STCF - Seminário
 
   
   
   
   
   
   
 
Informativo
 
   
   
   
     
 
 
 


O Voto de Deus


A Nação de Israel vivia uma crise sem precedentes. O governo recém estabelecido enveredou pelos caminhos da desobediência e da corrupção (1Sm 15.9,24, 28).

Saul deixou-se seduzir pelo poder e sucumbiu ante as glórias e as oportunidades da realeza.O governo estava comprometido. O índice de rejeição era altíssimo, visto que o próprio Deus rejeitou a liderança de Saul (1Sm 15.26). Quem conhece a história política do povo de Israel não lamenta a eleição de Saul, mas o fato de que ele perdeu a oportunidade única de ser um grande líder, um grande governante e um grande rei. O nepotismo, as guerras, os conflitos internos, a perseguição, a disputa pelo poder e a corrupção denunciavam a falta de unção e de autoridade da liderança estabelecida (1Sm 15.19,24).Em meio a este cenário sombrio Deus interfere para eleger um homem para governar a nação. A escolha de Deus e a estratégia que Ele utilizou para eleger a Davi rei deveriam servir de parâmetro para os líderes da atualidade (1Sm 16.1,2). Diferente dos nossos dias, a indicação do candidato teve como base a orientação de Deus. “E eu te farei saber o que hás de fazer e ungir-me-ás a quem eu te disser” (1Sm 16.3). Coube ao profeta Samuel a incumbência de anunciar a escolha de Deus. Que grande responsabilidade.Eleição é coisa séria e difícil, pois até mesmo o profeta de Deus foi tentado a escolher e votar na pessoa errada. Porém, quando dependemos de Deus, Ele interfere no processo eleitoral e nos orienta quanto à escolha, indicação e eleição do candidato que devemos escolher. “E sucedeu que, entrando eles, viu a

Eliabe e disse: Certamente, está perante o Senhor o seu ungido. Porém, o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência nem para a altura da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê com vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração”
.Permitam-me à luz do texto bíblico de 1Sm 16.6,7 fazer uma análise sucinta entre o voto de Samuel e o voto de Deus. O voto de Samuel é o voto segundo o modelo estabelecido pelo mundo. Em primeiro lugar, porque ressalta a aparência. Preocupa-se com o que é superficial, transitório e dado à instabilidade. Grande parte dos eleitores de hoje votam seduzidos por uma campanha eleitoral que valoriza a aparência. As imagens, as promessas, os discursos e os programas dos candidatos provam isso por si próprios. Em segundo lugar o voto de Samuel ressalta a altura. Valoriza o poder econômico, o status social e a cultura pessoal e familiar do candidato. Infelizmente, ainda é o poder econômico que decide a maioria das eleições. Eleitores e candidatos movidos pela ganância dos interesses pessoais corrompem e são corrompidos, compram e vendem votos. E para isso utilizam o dinheiro para manipular a consciência e a decisão do eleitor em detrimento da verdadeira vocação da política. Citei apenas o poder econômico, mas todos sabemos que o status social e a cultura pessoal e familiar também são fatores que influenciam diretamente na escolha de um candidato.Antes que Samuel formalizasse seu voto, Deus interviu (1Sm 16.7). O voto de Deus não foi dado segundo a aparência nem a altura do candidato. Deus votou no menor, Deus votou em Davi. Votou segundo o seu coração. Creio que isso deva servir de parâmetro para os eleitores de hoje. Que bom seria se pudéssemos votar em um candidato escolhido pelo Senhor e indicado pelo profeta de Deus.

Levanta-te e ungi-o, porque este mesmo é” (1Sm 16.13). O que se segue à escolha segundo a orientação de Deus foi um banquete (1Sm 15.11). Foi a eleição de um líder cheio do Espírito Santo para governar e para marcar definitivamente a história da nação. Que o voto de Deus nos sirva de inspiração na hora de votarmos.
E se dentre os nossos irmãos houver (como de fato há) homens e mulheres tementes a Deus que foram indicados e legitimamente escolhidos, que nos sirvam de real opção na hora de exercermos o nosso voto.

Em Cristo Jesus e porque Ele vive! 

Pr. Antonio José Azevedo

Data: 02-11-2009 13:26:55
Canal: Artigos

 
Imprimir
Indique a um amigo
Voltar